O Ciclo Vivo é um veículo editorial digital dedicado a ginecologia, saúde da mulher e bem-estar feminino. Nascemos em 2025 a partir de um grupo de jornalistas e profissionais de saúde que perceberam a mesma lacuna: grandes portais tratam a mulher como público homogêneo, enquanto a experiência no posto de saúde da Zona Leste de São Paulo pouco se parece com a da orla carioca ou com a fila de especialista em Belo Horizonte.

Nossa proposta é simples e exigente: contar histórias locais com rigor informativo. Cada reportagem passa por checagem de dados, revisão de linguagem inclusiva e, quando necessário, leitura crítica de médicos e enfermeiras que não fazem parte da redação mas assinam revisão técnica. Não aceitamos pauta comercial disfarçada de texto editorial.

Como trabalhamos

Mantemos correspondentes fixas em quatro cidades: São Paulo (Marina Alves), Rio de Janeiro (Juliana Rocha), Belo Horizonte (Fernanda Costa) e Recife (equipe em expansão). Elas circulam por UBS, hospitais universitários, grupos de apoio e associações de bairro. O material bruto — anotações, áudios autorizados, documentos públicos — fica arquivado por no mínimo dois anos para fins de correção.

Publicamos em português brasileiro, com datas por extenso e referências a órgãos oficiais quando citamos políticas públicas. Evitamos sensacionalismo em pautas sensíveis como violência sexual, aborto legal e infertilidade. Nosso compromisso é informar sem alarmar, sem minimizar.

O que não somos

O Ciclo Vivo não é clínica, consultório ou serviço de telemedicina. Não vendemos suplementos, não promovemos procedimentos estéticos e não publicamos ranking de médicos patrocinado. Conteúdo de bem-estar — sono, alimentação, exercício — aparece quando dialoga com saúde reprodutiva e hormonal, sempre com fontes verificáveis.

Financiamento e independência

Sustentamos o site com doações de leitoras e leitores, editais de jornalismo de interesse público e parcerias institucionais que não interferem na linha editorial. Toda colaboração comercial, quando existir, será identificada de forma explícita conforme nossa política editorial.

Correspondentes

Marina Alves cobre São Paulo e região metropolitana; Juliana Rocha, o Rio de Janeiro; Fernanda Costa, Belo Horizonte e cidades mineiras do entorno. Em Recife, uma equipe em formação documenta saúde menstrual e políticas estaduais de atenção à mulher. Todas seguem o mesmo manual de estilo: fatos verificáveis, linguagem respeitosa e atenção à diversidade de corpos e identidades.

Para pautas, imprensa ou propostas de parceria: [email protected]. Respondemos em português brasileiro, de segunda a sexta-feira.